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A Anthropic vai à bolsa e avisa sobre os riscos da IA | O que as montadoras europeias podem aprender com os relógios suíços
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Nesta edição:
- Os banqueiros mais ricos do Brasil perdem US$ 10 bilhões após a vitória de Lula
- O iPhone Duo, primeiro dobrável da Apple, chega às lojas com relatos de tela rachada
- TSE desmente Flávio Bolsonaro sobre fiscais do PL na sala-cofre
A Anthropic, criadora do Claude, pediu para abrir capital na Nasdaq com uma avaliação estimada entre US$ 1,4 trilhão e US$ 1,5 trilhão. O prospecto mostra receita de US$ 16,3 bilhões no semestre e um prejuízo de US$ 80,7 bilhões, causado em boa parte pela própria valorização da empresa. O documento também traz um aviso raro: a IA pode agir de forma não intencional e representar riscos catastróficos para a humanidade. Explicamos o que são as notas conversíveis, quanto a empresa gasta com computação e por que o mercado vai ter que decidir se tanta franqueza vale prêmio ou desconto.
Pressionadas pelos carros chineses, as montadoras europeias cortam empregos e pedem proteção. Uma coluna da Bloomberg Opinion sugere outro caminho: estudar a Suíça, que quase perdeu a indústria de relógios para o quartzo japonês nos anos 1970 e voltou por cima com luxo no topo e Swatch na base. Mostramos o que Ferrari, Renault e BMW já estão fazendo, quanto custaria um carro elétrico 100% europeu e o que essa história tem a ver com o avanço das marcas chinesas no Brasil.