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Ele tirou a vida da irmã e disse que estava sonambulo na hora do crime. _truecrime _casoscriminais _casosreais _crimes _crimesreais

Ele tirou a vida da irmã e disse que estava sonambulo na hora do crime. _truecrime _casoscriminais _casosreais _crimes _crimesreais

Published 2 weeks, 5 days ago
Description
Uma noite, um sonho que se tornou uma realidade brutal. Um jovem que adorava a irmã gêmea acordou e descobriu que a havia esfaqueado até a morte. Sua defesa: estava sonâmbulo. O que levou um irmão, que não tinha um único motivo para matar, a cometer um crime tão brutal? Este episódio investiga a defesa do sonambulismo e o caso que chocou o Texas.
Na madrugada de 29 de setembro de 2021, Benjamin Elliott, de 17 anos, ligou para o 911 e disse: "Acabei de matar minha irmã" [citation:1]. Ele afirmou que pensou que estava sonhando quando esfaqueou a irmã gêmea, Meghan, no pescoço, em sua casa em Katy, Texas [citation:1][citation:12]. A faca usada era uma faca de sobrevivência do pai [citation:12].
A defesa de Benjamin baseou-se em seu histórico de sonambulismo e em um diagnóstico de parassonia, um distúrbio do sono que pode levar a comportamentos violentos e involuntários [citation:1][citation:4]. No entanto, a acusação argumentou que a evidência não apoiava essa alegação, apontando que ele estava acordado e usando o telefone antes do ataque e que usou um travesseiro para abafar os gritos da irmã [citation:1][citation:9].
Em fevereiro de 2025, após um julgamento, Benjamin Elliott, agora com 21 anos, foi considerado culpado de assassinato e condenado a 15 anos de prisão [citation:9][citation:12]. O caso reacendeu o debate sobre a defesa do sonambulismo em crimes de homicídio, uma área rara e complexa do direito penal [citation:2][citation:7].
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