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Essa reporter foi atacada por centenas de homens no Egito. _casoscriminais _crimesreais _casosreais

Essa reporter foi atacada por centenas de homens no Egito. _casoscriminais _crimesreais _casosreais

Published 3 weeks, 3 days ago
Description
Ela pensou que não sobreviveria. Cercada por uma multidão de centenas de homens, uma das mais renomadas correspondentes de guerra do mundo sofreu uma agressão sexual brutal enquanto cobria a queda de um ditador. Este é o caso de Lara Logan, um dos ataques mais chocantes contra uma jornalista na história recente.
Em 11 de fevereiro de 2011, a correspondente da CBS News, Lara Logan, de 39 anos, estava na Praça Tahrir, no Cairo, cobrindo as celebrações pela renúncia do presidente egípcio Hosni Mubarak [citation:1]. O que parecia uma festa se transformou em um pesadelo quando uma multidão de cerca de 200 a 300 homens a separou de sua equipe e a atacou [citation:3][citation:4].
Durante cerca de 25 a 40 minutos, ela foi espancada e violentada sexualmente com as mãos, mastros de bandeira e paus [citation:5]. "Eles me estupraram com as mãos, com mastros de bandeira e com paus. Eles me sodomizaram repetidamente", relatou Logan [citation:5]. Ela acreditava que morreria, mas foi salva por um grupo de mulheres egípcias e cerca de 20 soldados que abriram caminho entre a multidão [citation:1][citation:8]. Logan foi hospitalizada por quatro dias em Washington e recebeu uma ligação do presidente Obama [citation:1][citation:5]. O caso gerou um debate global sobre a violência sexual contra jornalistas em zonas de conflito e a necessidade de proteção específica para mulheres repórteres [citation:6][citation:8].
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