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CASO SERRAMBI - MÃE DA VÍTIMA NÃO ACREDITA NA INVESTIGAÇÃO - CRIME S_A
Published 3 weeks, 3 days ago
Description
Duas adolescentes de classe média alta desaparecem após um passeio de lancha. Dez dias depois, seus corpos são encontrados em um canavial. A investigação aponta dois irmãos, humildes "kombeiros", como os assassinos. Mas a mãe de uma das vítimas não acredita na história e luta contra a versão oficial, desafiando a polícia e dividindo a própria família.
Em maio de 2003, as amigas Maria Eduarda Dourado e Tarsila Gusmão, ambas de 16 anos, foram passar um fim de semana na casa de veraneio de amigos na Praia de Serrambi, em Pernambuco. Elas saíram de lancha até o Pontal de Maracaípe e, de acordo com o grupo que as acompanhava, as duas não apareceram no horário combinado para voltar. O grupo retornou sem elas [citation:1]. Dez dias depois, os corpos foram encontrados em um canavial em Ipojuca [citation:1].
A investigação se concentrou nos irmãos Marcelo Silva e Valfrido Lira, que trabalhavam como "kombeiros" na região. O delegado responsável afirmou ter encontrado 27 indícios que apontavam os irmãos como culpados, incluindo testemunhas que viram as adolescentes entrando na kombi e o fato de que os corpos foram abandonados perto da casa dos acusados [citation:1]. No entanto, a principal controvérsia do caso é a crença de que as provas contra os irmãos são frágeis e que a verdadeira história envolve pessoas influentes da região. Enquanto o pai de uma das vítimas acredita que os kombeiros são culpados, a mãe da outra garante que os dois são inocentes [citation:1].
Em maio de 2003, as amigas Maria Eduarda Dourado e Tarsila Gusmão, ambas de 16 anos, foram passar um fim de semana na casa de veraneio de amigos na Praia de Serrambi, em Pernambuco. Elas saíram de lancha até o Pontal de Maracaípe e, de acordo com o grupo que as acompanhava, as duas não apareceram no horário combinado para voltar. O grupo retornou sem elas [citation:1]. Dez dias depois, os corpos foram encontrados em um canavial em Ipojuca [citation:1].
A investigação se concentrou nos irmãos Marcelo Silva e Valfrido Lira, que trabalhavam como "kombeiros" na região. O delegado responsável afirmou ter encontrado 27 indícios que apontavam os irmãos como culpados, incluindo testemunhas que viram as adolescentes entrando na kombi e o fato de que os corpos foram abandonados perto da casa dos acusados [citation:1]. No entanto, a principal controvérsia do caso é a crença de que as provas contra os irmãos são frágeis e que a verdadeira história envolve pessoas influentes da região. Enquanto o pai de uma das vítimas acredita que os kombeiros são culpados, a mãe da outra garante que os dois são inocentes [citation:1].