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Caso Lidiany Alves Brasil. _truecrime _casoscriminais _casosreais _crimes _crimesreais
Published 3 weeks, 5 days ago
Description
Uma adolescente de 15 anos, que cometeu um furto simples, foi jogada em uma cela com mais de vinte homens e abandonada à própria sorte por 26 dias. Torturada, estuprada e queimada, ela sobreviveu a uma brutalidade que chocou o Brasil e o mundo — e revelou o abismo de violência e negligência do Estado.
Em 2007, em Abaetetuba, no Pará, Lidiany Alves Brasil foi flagrada furtando um celular, roupas e um cordão de prata na casa de um sobrinho de um investigador de polícia [citation:1]. Ao ser apreendida, foi brutalmente espancada, teve uma costela quebrada e um policial chegou a enfiar uma arma em sua boca [citation:1]. Sob ameaça, foi jogada em uma cela com mais de 20 criminosos, onde sofreu todo tipo de violência, incluindo estupros e queimaduras de cigarro, durante 26 dias [citation:1]. A polícia cortou seu cabelo com um facão para que ela se parecesse com um menino [citation:1].
Lidiany só sobreviveu à selvageria graças aos apelos de duas conselheiras tutelares que denunciaram o caso à imprensa [citation:1]. A repercussão nacional e internacional pressionou o Governo Federal a agir, mas já era tarde demais. Lidiany e sua família foram separadas e incorporadas a diferentes Programas de Proteção à Pessoa [citation:1]. A família foi escondida em mais de 15 estados, e a mãe, dona Cléia, vive com medo até hoje, sem saber se a filha está viva ou morta [citation:1]. O caso se tornou símbolo da violência institucional contra meninas e mulheres no sistema de justiça brasileiro [citation:2], expondo a negligência e a omissão do Estado que, ao invés de proteger, puniu duplamente uma adolescente em situação de vulnerabilidade [citation:2].
Em 2007, em Abaetetuba, no Pará, Lidiany Alves Brasil foi flagrada furtando um celular, roupas e um cordão de prata na casa de um sobrinho de um investigador de polícia [citation:1]. Ao ser apreendida, foi brutalmente espancada, teve uma costela quebrada e um policial chegou a enfiar uma arma em sua boca [citation:1]. Sob ameaça, foi jogada em uma cela com mais de 20 criminosos, onde sofreu todo tipo de violência, incluindo estupros e queimaduras de cigarro, durante 26 dias [citation:1]. A polícia cortou seu cabelo com um facão para que ela se parecesse com um menino [citation:1].
Lidiany só sobreviveu à selvageria graças aos apelos de duas conselheiras tutelares que denunciaram o caso à imprensa [citation:1]. A repercussão nacional e internacional pressionou o Governo Federal a agir, mas já era tarde demais. Lidiany e sua família foram separadas e incorporadas a diferentes Programas de Proteção à Pessoa [citation:1]. A família foi escondida em mais de 15 estados, e a mãe, dona Cléia, vive com medo até hoje, sem saber se a filha está viva ou morta [citation:1]. O caso se tornou símbolo da violência institucional contra meninas e mulheres no sistema de justiça brasileiro [citation:2], expondo a negligência e a omissão do Estado que, ao invés de proteger, puniu duplamente uma adolescente em situação de vulnerabilidade [citation:2].