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Caso Shafilea Iftikhar Ahmed. _truecrime _casoscriminais _casosreais _crimes _crimesreais
Published 4 weeks, 1 day ago
Description
Ela era uma adolescente britânica de 17 anos que queria ser advogada, usava roupas ocidentais e sonhava em viver como uma jovem normal. Em vez disso, foi assassinada pelos próprios pais em um crime de "honra", sufocada com um saco plástico na frente dos irmãos. O caso ficou sem solução por nove anos, até que sua irmã, presa por um assalto, revelou a verdade.
Em setembro de 2003, Shafilea Ahmed desapareceu de sua casa em Warrington, na Inglaterra. Seu corpo foi encontrado em fevereiro de 2004 no Rio Kent, em Cumbria, a 110 km de distância, já em avançado estado de decomposição [citation:3]. Por anos, a polícia suspeitou dos pais, Iftikhar e Farzana Ahmed, que se recusavam a cooperar e demonstravam "falta de apego emocional" pela filha [citation:10]. O motivo do crime foi a recusa de Shafilea em aceitar um casamento forçado no Paquistão, que a família considerava uma "vergonha" [citation:1][citation:5].
O caso só foi solucionado em 2010, quando a irmã de Shafilea, Alesha, foi presa por envolvimento em um assalto e, em entrevista à polícia, testemunhou o assassinato sete anos antes [citation:1][citation:3]. Ela descreveu como os pais seguraram Shafilea no sofá, enfiaram um saco plástico em sua boca e a sufocaram até a morte, enquanto os quatro irmãos assistiam [citation:5][citation:9]. O pai ainda teria desferido socos no corpo da filha após a morte [citation:9]. Em agosto de 2012, o casal foi condenado à prisão perpétua, com pena mínima de 25 anos [citation:9]. O juiz afirmou que a "preocupação em ser envergonhado na comunidade era maior do que o amor pela filha" [citation:9][citation:10].
Em setembro de 2003, Shafilea Ahmed desapareceu de sua casa em Warrington, na Inglaterra. Seu corpo foi encontrado em fevereiro de 2004 no Rio Kent, em Cumbria, a 110 km de distância, já em avançado estado de decomposição [citation:3]. Por anos, a polícia suspeitou dos pais, Iftikhar e Farzana Ahmed, que se recusavam a cooperar e demonstravam "falta de apego emocional" pela filha [citation:10]. O motivo do crime foi a recusa de Shafilea em aceitar um casamento forçado no Paquistão, que a família considerava uma "vergonha" [citation:1][citation:5].
O caso só foi solucionado em 2010, quando a irmã de Shafilea, Alesha, foi presa por envolvimento em um assalto e, em entrevista à polícia, testemunhou o assassinato sete anos antes [citation:1][citation:3]. Ela descreveu como os pais seguraram Shafilea no sofá, enfiaram um saco plástico em sua boca e a sufocaram até a morte, enquanto os quatro irmãos assistiam [citation:5][citation:9]. O pai ainda teria desferido socos no corpo da filha após a morte [citation:9]. Em agosto de 2012, o casal foi condenado à prisão perpétua, com pena mínima de 25 anos [citation:9]. O juiz afirmou que a "preocupação em ser envergonhado na comunidade era maior do que o amor pela filha" [citation:9][citation:10].