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Caso Natan Vitor Cerqueira. _truecrime _casoscriminais _casosreais _crimes _crimesreais
Published 1 month, 1 week ago
Description
Uma babá de 20 anos registra o desaparecimento do próprio filho de três meses. A polícia faz buscas e a comunidade se mobiliza em protestos. Dois dias depois, o corpo do bebê é encontrado dentro de uma panela de pressão na casa da mãe. Este é o caso Natan Vitor Cerqueira, um crime que chocou Porto Seguro e revelou uma história de mentiras, ocultação e frieza.
Em agosto de 2016, a babá Renata Cerqueira de Jesus comunicou à polícia o desaparecimento de seu filho Natan Vitor, alegando que ele havia sido sequestrado enquanto ela lavava roupas no quintal. A comoção tomou conta da cidade de Porto Seguro, na Bahia, e chegou a ocorrer uma manifestação pedindo agilidade nas buscas . Dois dias depois, a patroa de Renata foi até sua casa e sentiu um forte mau cheiro no local. Ao abrir uma panela de pressão, encontrou partes do corpo do bebê. Ao ser interrogada por quatro horas, Renata confessou ter forjado o sequestro e contou que o menino morreu afogado durante o banho. Ela afirmou que, em pânico, cortou o corpo da criança em três partes e escondeu os pedaços na panela. A cabeça, que não coube no recipiente, foi enrolada em um saco plástico e colocada em cima de um armário. O delegado Delmar Bittencourt, que conduziu o caso, declarou na época que a jovem "demonstra que não está muito bem das faculdades mentais" e que o crime pode ter relação com sua insatisfação no relacionamento com o pai da criança .
Em agosto de 2016, a babá Renata Cerqueira de Jesus comunicou à polícia o desaparecimento de seu filho Natan Vitor, alegando que ele havia sido sequestrado enquanto ela lavava roupas no quintal. A comoção tomou conta da cidade de Porto Seguro, na Bahia, e chegou a ocorrer uma manifestação pedindo agilidade nas buscas . Dois dias depois, a patroa de Renata foi até sua casa e sentiu um forte mau cheiro no local. Ao abrir uma panela de pressão, encontrou partes do corpo do bebê. Ao ser interrogada por quatro horas, Renata confessou ter forjado o sequestro e contou que o menino morreu afogado durante o banho. Ela afirmou que, em pânico, cortou o corpo da criança em três partes e escondeu os pedaços na panela. A cabeça, que não coube no recipiente, foi enrolada em um saco plástico e colocada em cima de um armário. O delegado Delmar Bittencourt, que conduziu o caso, declarou na época que a jovem "demonstra que não está muito bem das faculdades mentais" e que o crime pode ter relação com sua insatisfação no relacionamento com o pai da criança .