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Joshua Phillips escondeu sua vít_ma dentro do colchão d_água por uma semana
Published 1 month, 2 weeks ago
Description
Uma menina de oito anos desaparece após brincar com o vizinho. Uma semana depois, a mãe do garoto encontra o corpo da criança, e o assassino confessa: um acidente que se transformou em um pesadelo de pânico e violência. Este é o caso de Joshua Phillips, um dos crimes mais chocantes cometidos por um adolescente na história americana.
Em novembro de 1998, na pacata Jacksonville, Flórida, a pequena Maddie Clifton desapareceu [citation:3][citation:9]. A comunidade se mobilizou em uma busca massiva, com centenas de voluntários e até um apelo em um jogo do Jacksonville Jaguars [citation:3][citation:10]. Entre os que participavam da busca, estava o vizinho e amigo de Maddie, Joshua Phillips, de 14 anos [citation:3][citation:7][citation:9].
A investigação, no entanto, terminaria na casa de Joshua. A mãe dele, Melissa Phillips, notou um líquido escorrendo do colchão d'água do filho. Ao puxar a estrutura da cama, ela fez a descoberta macabra: o corpo de Maddie estava escondido na base do colchão [citation:3][citation:6][citation:10]. Joshua foi preso na escola naquele mesmo dia e confessou o assassinato [citation:9][citation:11].
Segundo seu depoimento, ele e Maddie estavam jogando beisebol no quintal. Ao acertar a bola no olho da menina, ela começou a gritar e sangrar. Desesperado e com medo da reação violenta de seu pai abusivo, ele a arrastou para dentro de casa. Para abafar os gritos, ele a golpeou com um taco de beisebol, e a escondeu sob o colchão. Ao ouvir que Maddie ainda estava viva e gemia, ele a retirou do esconderijo, cortou sua garganta e a esfaqueou no peito com uma faca [citation:9][citation:10][citation:12]. O corpo foi encontrado com nove feridas de faca [citation:3][citation:12].
Apesar dos promotores questionarem sua versão, alegando possível motivação sexual e apontando inconsistências na cena do crime [citation:9], Joshua foi julgado como adulto [citation:6][citation:11]. Em julho de 1999, após apenas duas horas de deliberação, o júri o condenou por assassinato em primeiro grau, e ele recebeu a pena de prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional [citation:4][citation:9][citation:11]. Inscreva-se e ative o sino para mais casos que expõem as camadas mais escuras da natureza humana.
Em novembro de 1998, na pacata Jacksonville, Flórida, a pequena Maddie Clifton desapareceu [citation:3][citation:9]. A comunidade se mobilizou em uma busca massiva, com centenas de voluntários e até um apelo em um jogo do Jacksonville Jaguars [citation:3][citation:10]. Entre os que participavam da busca, estava o vizinho e amigo de Maddie, Joshua Phillips, de 14 anos [citation:3][citation:7][citation:9].
A investigação, no entanto, terminaria na casa de Joshua. A mãe dele, Melissa Phillips, notou um líquido escorrendo do colchão d'água do filho. Ao puxar a estrutura da cama, ela fez a descoberta macabra: o corpo de Maddie estava escondido na base do colchão [citation:3][citation:6][citation:10]. Joshua foi preso na escola naquele mesmo dia e confessou o assassinato [citation:9][citation:11].
Segundo seu depoimento, ele e Maddie estavam jogando beisebol no quintal. Ao acertar a bola no olho da menina, ela começou a gritar e sangrar. Desesperado e com medo da reação violenta de seu pai abusivo, ele a arrastou para dentro de casa. Para abafar os gritos, ele a golpeou com um taco de beisebol, e a escondeu sob o colchão. Ao ouvir que Maddie ainda estava viva e gemia, ele a retirou do esconderijo, cortou sua garganta e a esfaqueou no peito com uma faca [citation:9][citation:10][citation:12]. O corpo foi encontrado com nove feridas de faca [citation:3][citation:12].
Apesar dos promotores questionarem sua versão, alegando possível motivação sexual e apontando inconsistências na cena do crime [citation:9], Joshua foi julgado como adulto [citation:6][citation:11]. Em julho de 1999, após apenas duas horas de deliberação, o júri o condenou por assassinato em primeiro grau, e ele recebeu a pena de prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional [citation:4][citation:9][citation:11]. Inscreva-se e ative o sino para mais casos que expõem as camadas mais escuras da natureza humana.