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Polícia realiza reprodução simulada da morte de Maria Alice em Aparecida de Goiânia
Published 1 month, 2 weeks ago
Description
Foi realizada nesta sexta-feira a reprodução simulada da morte de Maria Alice, de 2 anos, em Aparecida de Goiânia. A babá Antônia Edna do Nascimento, presa preventivamente e apontada pela Polícia Civil como principal suspeita do crime, participou da reconstituição no imóvel onde morava, na Vila Brasília.
A reprodução foi realizada para esclarecer como ocorreram as agressões que resultaram na morte da criança. Para os trabalhos periciais, a Polícia Civil interditou parte da rua e utilizou um boneco com características físicas semelhantes às de Maria Alice. Antônia Edna permaneceu cerca de 30 minutos no local e, após relatar mal-estar, retornou ao presídio.Maria Alice morreu no dia 22 de maio, após ser levada ao Cais Nova Era. Inicialmente, a babá afirmou que um espelho teria caído sobre a menina, mas posteriormente apresentou uma nova versão dos fatos. As advogadas de defesa informaram que ela nega ter cometido o crime.
De acordo com as investigações, a criança foi vítima de agressões físicas e teria sido arrastada pela residência. Laudo da Polícia Científica apontou que as lesões responsáveis pela morte ocorreram dois dias antes do atendimento médico.
Segundo o delegado Altair Gonçalves, a causa da morte foram ferimentos nos rins provocados por agressões anteriores, período em que a menina estava sob os cuidados da investigada.A Polícia Civil informou que o inquérito deve ser concluído na próxima semana. Ao todo, 16 pessoas já foram ouvidas, e o resultado da reprodução simulada poderá trazer novos elementos para esclarecer a dinâmica do caso.
As investigações também apontam que Maria Alice apresentava histórico de violência desde julho do ano passado, quando tinha 1 ano e 5 meses e vivia com a mãe e o padrasto. Na época, a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente instaurou um inquérito para apurar suspeitas de agressão.
A reprodução foi realizada para esclarecer como ocorreram as agressões que resultaram na morte da criança. Para os trabalhos periciais, a Polícia Civil interditou parte da rua e utilizou um boneco com características físicas semelhantes às de Maria Alice. Antônia Edna permaneceu cerca de 30 minutos no local e, após relatar mal-estar, retornou ao presídio.Maria Alice morreu no dia 22 de maio, após ser levada ao Cais Nova Era. Inicialmente, a babá afirmou que um espelho teria caído sobre a menina, mas posteriormente apresentou uma nova versão dos fatos. As advogadas de defesa informaram que ela nega ter cometido o crime.
De acordo com as investigações, a criança foi vítima de agressões físicas e teria sido arrastada pela residência. Laudo da Polícia Científica apontou que as lesões responsáveis pela morte ocorreram dois dias antes do atendimento médico.
Segundo o delegado Altair Gonçalves, a causa da morte foram ferimentos nos rins provocados por agressões anteriores, período em que a menina estava sob os cuidados da investigada.A Polícia Civil informou que o inquérito deve ser concluído na próxima semana. Ao todo, 16 pessoas já foram ouvidas, e o resultado da reprodução simulada poderá trazer novos elementos para esclarecer a dinâmica do caso.
As investigações também apontam que Maria Alice apresentava histórico de violência desde julho do ano passado, quando tinha 1 ano e 5 meses e vivia com a mãe e o padrasto. Na época, a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente instaurou um inquérito para apurar suspeitas de agressão.