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Rede integrada promete agilizar atendimento a mulheres vítimas de violência em Goiânia
Published 1 month ago
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Foi assinada na quarta-feira (7), em Goiânia, a criação da Rede de Proteção à Mulher na capital. A proposta é organizar o atendimento a mulheres em situação de violência, unindo serviços como saúde, assistência social, segurança e apoio jurídico.
De acordo com o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, a mulher em situação de violência poderá procurar ajuda em postos de saúde, centros de assistência social e outros serviços públicos. Depois desse primeiro atendimento, ela será encaminhada para outros tipos de apoio, como orientação, acompanhamento, medidas de proteção e, se necessário, um local seguro para ficar.
Segundo o prefeito, a principal mudança é que esses atendimentos passam a ser feitos de forma conjunta. Antes, cada área atuava separadamente. Agora, a proposta é que a pessoa tenha acesso, em um só caminho, a diferentes tipos de ajuda, sem precisar procurar vários serviços por conta própria.Mabel também afirmou que a estrutura deve facilitar as denúncias e garantir acompanhamento dos casos, principalmente nos mais graves, com ações para afastar a vítima do agressor e dar suporte para que ela não precise voltar para uma situação de risco.
Durante o lançamento, foram apresentados dados que mostram a gravidade da violência contra a mulher em Goiânia. Entre janeiro e outubro de 2025, foram registrados 2.888 casos. Já em 2026, até o momento, foram contabilizados 965 registros.
A prefeitura informou ainda que as unidades de urgência devem contar com espaços específicos para esse tipo de atendimento, com mais privacidade. Esses locais devem funcionar como um dos primeiros pontos de acolhimento dentro dessa estrutura.
De acordo com o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, a mulher em situação de violência poderá procurar ajuda em postos de saúde, centros de assistência social e outros serviços públicos. Depois desse primeiro atendimento, ela será encaminhada para outros tipos de apoio, como orientação, acompanhamento, medidas de proteção e, se necessário, um local seguro para ficar.
Segundo o prefeito, a principal mudança é que esses atendimentos passam a ser feitos de forma conjunta. Antes, cada área atuava separadamente. Agora, a proposta é que a pessoa tenha acesso, em um só caminho, a diferentes tipos de ajuda, sem precisar procurar vários serviços por conta própria.Mabel também afirmou que a estrutura deve facilitar as denúncias e garantir acompanhamento dos casos, principalmente nos mais graves, com ações para afastar a vítima do agressor e dar suporte para que ela não precise voltar para uma situação de risco.
Durante o lançamento, foram apresentados dados que mostram a gravidade da violência contra a mulher em Goiânia. Entre janeiro e outubro de 2025, foram registrados 2.888 casos. Já em 2026, até o momento, foram contabilizados 965 registros.
A prefeitura informou ainda que as unidades de urgência devem contar com espaços específicos para esse tipo de atendimento, com mais privacidade. Esses locais devem funcionar como um dos primeiros pontos de acolhimento dentro dessa estrutura.