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O silêncio de Lucía: sete anos, três juízes, uma verdade
Published 1 week, 2 days ago
Description
O silêncio de Lucía: sete anos, três juízes, uma verdade: O feminicídio de Lucía Pérez Montero
Três homens levaram uma adolescente inconsciente a uma unidade médica no dia 8 de outubro de 2016. A autópsia revelou um corpo lavado. O primeiro tribunal os absolveu de abuso, chamando a vítima de "dependente patológica" com base em conversas privadas. Como é possível que o sistema proteja os acusados antes de quem morreu?
Neste episódio, exploramos as contradições que destruíram dois julgamentos: a primeira autópsia que fala de empalamento sem provas, a segunda que descarta essa hipótese, e as lesões retais antigas que nenhum tribunal conseguiu datar com precisão. A mensagem de Matías pedindo preservativos enquanto Lucía estava inconsciente em sua casa, contra sua versão de encontro espontâneo. E como uma coletiva de imprensa contaminou a investigação desde o primeiro dia.
Vítima: Lucía Pérez Montero
Data: 8 de outubro de 2016
Localização: Mar del Plata, Argentina
Estado: Condenação confirmada (março de 2023); família pede maior justiça
- Último acesso ao WhatsApp registrado exatamente às 10:30 do dia 8 de outubro: momento em que Matías a pegou, depois nunca voltou a escrever.
- Primeira autópsia menciona "empalamento" em coletiva de imprensa; segunda autópsia da Suprema Corte o descarta completamente; Dra. Carrizo nega ter incluído isso em seu relatório original.
- 40 gramas de cocaína e 250 gramas de maconha encontrados na caminhonete: confirma operação organizada entre Matías e Juan Pablo, não venda casual de 100 pesos.
- Defesa usou 150 conversas privadas de WhatsApp para atacar a reputação de Lucía; segundo julgamento rejeitou todas as provas como estereótipos de gênero sem validade forense.
Lucía Pérez Montero, Mar del Plata, feminicídio, 2016, assassino em série, investigação, forense, abuso, corrupção judicial, mentes criminosas, justiça, encobrimento, true crime espanhol
Se você quer ouvir este podcast sem anúncios e ter acesso a episódios premium, convidamos você a experimentar nossa assinatura com 14 dias de teste grátis em obomedia.com.
© 2026 OBOMEDIA. Todos os direitos reservados.
Este episódio e seu conteúdo (áudio, texto e materiais associados) são propriedade exclusiva da OBOMEDIA e estão protegidos pelas leis de direitos autorais aplicáveis. É proibida a reprodução, distribuição, edição ou uso comercial total ou parcial sem autorização prévia e por escrito da OBOMEDIA. Para permissões, licenças e negócios escreva para: business@obomedia.com.
Três homens levaram uma adolescente inconsciente a uma unidade médica no dia 8 de outubro de 2016. A autópsia revelou um corpo lavado. O primeiro tribunal os absolveu de abuso, chamando a vítima de "dependente patológica" com base em conversas privadas. Como é possível que o sistema proteja os acusados antes de quem morreu?
Neste episódio, exploramos as contradições que destruíram dois julgamentos: a primeira autópsia que fala de empalamento sem provas, a segunda que descarta essa hipótese, e as lesões retais antigas que nenhum tribunal conseguiu datar com precisão. A mensagem de Matías pedindo preservativos enquanto Lucía estava inconsciente em sua casa, contra sua versão de encontro espontâneo. E como uma coletiva de imprensa contaminou a investigação desde o primeiro dia.
Vítima: Lucía Pérez Montero
Data: 8 de outubro de 2016
Localização: Mar del Plata, Argentina
Estado: Condenação confirmada (março de 2023); família pede maior justiça
- Último acesso ao WhatsApp registrado exatamente às 10:30 do dia 8 de outubro: momento em que Matías a pegou, depois nunca voltou a escrever.
- Primeira autópsia menciona "empalamento" em coletiva de imprensa; segunda autópsia da Suprema Corte o descarta completamente; Dra. Carrizo nega ter incluído isso em seu relatório original.
- 40 gramas de cocaína e 250 gramas de maconha encontrados na caminhonete: confirma operação organizada entre Matías e Juan Pablo, não venda casual de 100 pesos.
- Defesa usou 150 conversas privadas de WhatsApp para atacar a reputação de Lucía; segundo julgamento rejeitou todas as provas como estereótipos de gênero sem validade forense.
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