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Estoque de leite materno do Hemu opera com metade da capacidade
Published 1 month, 2 weeks ago
Description
O Banco de Leite do Hospital Estadual da Mulher, o Hemu, está com o estoque abaixo do ideal. Atualmente, a unidade tem cerca de 150 litros armazenados, mas o volume considerado seguro para atender a demanda mensal é de aproximadamente 300 litros.
Segundo a coordenadora do Banco de Leite do Hemu, Renata Machado, essa redução nas doações costuma acontecer em épocas específicas, como férias e feriados, quando a rotina das mães muda e fica mais difícil manter a coleta em casa. No entanto, ela destaca que, neste ano, a situação está diferente.
Desde o fim do ano passado, o estoque não consegue se recuperar e segue oscilando.Com essa queda, o atendimento precisou ser ajustado. A prioridade tem sido os bebês mais vulneráveis, principalmente os prematuros internados em UTIs neonatais, que dependem diretamente do leite materno para se desenvolver. Ainda assim, a quantidade disponível não consegue atender todos os casos.
O número de doadoras também está abaixo do necessário. Atualmente, cerca de 50 mulheres contribuem com o banco de leite, quando o ideal seria pelo menos o dobro para manter o abastecimento em nível adequado.
Renata Machado reforça que a participação de novas doadoras é fundamental neste momento. Ela explica que, muitas vezes, o leite coletado dentro da própria maternidade é pequeno e que a maior parte vem de mães que já estão em casa, com bebês de alguns meses e ainda em licença-maternidade.
Para facilitar esse processo, o banco de leite conta com uma parceria com o Corpo de Bombeiros. Uma equipe vai até a casa das doadoras uma vez por semana para buscar o leite congelado e deixar novos frascos, o que evita deslocamentos e ajuda a manter a regularidade das doações.As mães interessadas em doar precisam estar amamentando, ter leite além da necessidade do próprio filho e estar saudáveis. O contato pode ser feito por telefone ou WhatsApp, no número (62) 3956-2921, onde a equipe orienta todo o passo a passo.
Segundo a coordenadora do Banco de Leite do Hemu, Renata Machado, essa redução nas doações costuma acontecer em épocas específicas, como férias e feriados, quando a rotina das mães muda e fica mais difícil manter a coleta em casa. No entanto, ela destaca que, neste ano, a situação está diferente.
Desde o fim do ano passado, o estoque não consegue se recuperar e segue oscilando.Com essa queda, o atendimento precisou ser ajustado. A prioridade tem sido os bebês mais vulneráveis, principalmente os prematuros internados em UTIs neonatais, que dependem diretamente do leite materno para se desenvolver. Ainda assim, a quantidade disponível não consegue atender todos os casos.
O número de doadoras também está abaixo do necessário. Atualmente, cerca de 50 mulheres contribuem com o banco de leite, quando o ideal seria pelo menos o dobro para manter o abastecimento em nível adequado.
Renata Machado reforça que a participação de novas doadoras é fundamental neste momento. Ela explica que, muitas vezes, o leite coletado dentro da própria maternidade é pequeno e que a maior parte vem de mães que já estão em casa, com bebês de alguns meses e ainda em licença-maternidade.
Para facilitar esse processo, o banco de leite conta com uma parceria com o Corpo de Bombeiros. Uma equipe vai até a casa das doadoras uma vez por semana para buscar o leite congelado e deixar novos frascos, o que evita deslocamentos e ajuda a manter a regularidade das doações.As mães interessadas em doar precisam estar amamentando, ter leite além da necessidade do próprio filho e estar saudáveis. O contato pode ser feito por telefone ou WhatsApp, no número (62) 3956-2921, onde a equipe orienta todo o passo a passo.