Episode Details
Back to Episodes
#668 - Meditações Marcus Aurelius Livro VIII Parte 1010
Description
Quer ter a mente calma? - Assista aula gratuita! 👇
https://calmadamente.com.br/
#filosofia, #sabedoria, #autoconhecimento, #pazinterior, #equilíbrio, #serenidade, #felicidade, #harmonia, #mindfulness, #motivaçãodiária, #aprendizado, #mindset, #crescimento, #amorfati, #mementomori, #marcusaurelius, #seneca, #zenao, #epiteto #paz, #mente, #calma, #poder, #felicidade, #eudaimonia, #meditacaoestoica, #chamadoestoico, #estoicismo, #estoico, #leosimão
No último capítulo do Livro VIII das "Meditações" de Marco Aurélio, somos lembrados da importância de sintonizar nossa mente com a inteligência que permeia o universo, assim como respiramos o ar ao nosso redor. O estoicismo nos ensina que o vício prejudica apenas aquele que o abriga e que somos senhores de nossas almas, com livre arbítrio, independente do dos outros. A analogia da luz do sol nos lembra que a inteligência deve se espalhar de maneira serena e contínua, nunca se esgotando, mas iluminando aqueles que estão dispostos a recebê-la. A morte é apresentada como algo a ser compreendido e não temido, pois, de qualquer forma, não há sofrimento após a vida.
Leia esse trecho:
54. Não se limite a respirar com os outros o ar circundante, mas busca desde já colocar a sua mente em comunhão com a inteligência que a tudo preenche: a sua substância está derramada em toda parte, tão disponível a quem é capaz de sorvê-la quanto o ar se encontra à disposição de quem o aspira.
55. O vício não causa nenhum dano ao mundo em geral; em particular, não causa nenhum dano aos outros, mas só é prejudicial àquele a quem é possível livrar-se dele tão logo o deseje.
56. O livre arbítrio do meu vizinho é tão indiferente ao meu livre arbítrio quanto o seu espírito e o seu corpo. Com efeito, embora tenhamos sido criados tanto quanto possível uns para os outros, cada uma de nossas almas é senhora de si.
Não fosse assim, o vício do próximo haveria de ser o meu mal; o que foi negado por Zeus, de modo que a minha felicidade ou infelicidade não pudessem depender dos outros.
57. A luz