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#543 - Você é o que você come | Gibran Kahlil Gibran á Luz do Estoicismo
Description
Calma da mente é paz, é abundância em todos os sentidos. Calma da mente é Poder!
"A calma da mente é a mais bela pérola que existe, e o bem mais precioso que uma pessoa pode ter. É tão preciosa quanto a sabedoria, mais desejável do que o ouro.”
Assista a aula gratuita abaixo, e aprenda a encontrar a calma da mente dentro de você!
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#543 - Você é o que você come | Gibran Kahlil Gibran á Luz do Estoicismo
"Ao comer, devemos lembrar que estamos conectados a toda a natureza e que nossos corpos são alimentados pelos mesmos elementos que sustentam todas as criaturas." - Marco Aurélio
"A gratidão por cada alimento que recebemos nos lembra da impermanência da vida e nos ensina a apreciar os presentes que o universo nos oferece." - Sêneca
Sobre a Comida e a Bebida
Deverieis viver da fragrância da terra, e, tal como uma planta, sustentar-vos com a luz.
Mas como tendes que matar para comer, e retirar o recém nascido do leite da sua mãe para aplacar a vossa sede, então fazei disso um acto de veneração, e fazei um altar onde os puros e inocentes da floresta e da planície sejam sacrificados para aquilo que é mais puro e ainda mais inocente no homem.
Quando matardes um animal, dizei-lhe com todo o coração:
– Pelo mesmo poder com que te abato, também eu sou abatido; e também eu serei consumido.
Porque a lei que te entregou nas minhas mãos me irá entregar a uma mão mais poderosa.
O teu sangue é o meu sangue mais não são do que a seiva que alimenta a árvore do céu.
E quando esmagardes uma maçã com os vossos dentes, dizei com todo o vosso coração:
– As tuas sementes viverão no meu corpo, e os botões do teu amanhã florescerão no meu coração, e a tua fragrância será a minha respiração, e juntos nos regozijaremos em todas as estações.
E no outono, quando colherdes as uvas das vossas vinhas, dizei com todo o coração:
– Também eu sou uma vinha e o meu fruto será colhido para o lagar, e, tal como o vinho novo, serei conservado em jarros eternos.
E no inverno, quando provardes o vinho, que haja no vosso coração uma canção para cada taça;
E que na canção haja a recordação dos dias de outono, da vinha e do lagar.